(Foto: Reprodução/TV Globo)
Depois de uma hora e meia de depoimento Gilberto Oliveira saiu do DHPP sem falar com os jornalistas. “Eu não queria nem antecipar nenhuma questão do mérito até porque só houve um depoimento em inquérito policial. Então, trazer qualquer nova informação até do que foi dito lá, se foi legítimo, se foi acidental, se foi intencional seria um pouco prematuro”, disse Flávio Caldas, advogado da empresa BBC Vigilância.
O vigilante foi a primeira pessoa ouvida pelo delegado Ian Campos, que investiga o caso. A polícia ainda vai marcar o depoimento de duas testemunhas que teriam presenciado o crime. O resultado da perícia no terminal de ônibus deve sair dentro de 15 dias.
Na última sexta-feira (14), Carlos Scavuzzi da Silva, de 38 anos, foi morto a tiros na entrada do terminal de integração do Sistema Estrutural Integrado (SEI), no bairro de São José, que faz integração com a Estação Central de Metrô do Recife, um dos mais movimentados da capital com aproximadamente 32 mil usuários circulando diariamente. De acordo com os peritos, ele tinha apenas um estilingue no bolso. Carlos teria entrado numa área restrita. O vigilante de plantão percebeu e o abordou. Gilberto Oliveira, funcionário da BBC Vigilância, uma empresa terceirizada que faz a segurança do terminal, é suspeito de ter disparado os tiros. Ele abandonou a arma e fugiu do local.
A gerência de operações da BBC vigilância informou, na sexta, que nunca teve problemas com o vigilante suspeito de cometer o crime nos quase 10 anos em que trabalha para a empresa.
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