A
mãe de uma criança de apenas 1 ano e cinco meses foi presa nesta
semana, em Goiânia, suspeita de dar bebida alcoólica para a filha usando
uma seringa. Segundo o Conselho Tutelar, a bebê foi encontrada
alcoolizada. A menina está há cinco dias na casa de uma tia.
“Resolvemos
dar um banho nessa criança e ela chegou a vomitar. No que ela vomitou,
sentimos um odor muito forte de bebida alcoólica”, lembra a conselheira
tutelar da região norte da capital, Daniela Fernandes.
Ao
Conselho, a mãe disse que deu a bebida para a filha em uma seringa para
que ela dormisse. A tia da menina, que preferiu não se identificar,
contou que a mãe da criança tem problemas com álcool e já chegou a ser
internada para tentar se curar do vício, mas abandonou o tratamento.
“Ela
ficou nove dias internada e recusou continuar a internação porque ela
disse que lá as pessoas estavam misturadas com aquelas que tinham
depressão e outros problemas e, por isso, ela não quis ficar”, contou a
irmã da suspeita.
Bebida na escola
Um menino de apenas onze anos foi flagrado com bebida alcoólica dentro de um colégio da Vila Maria Dilce, em Goiânia, na tarde da última quinta-feira (11). De acordo com o Conselho Tutelar, o menino justificou a ação dizendo que sofreu uma desilusão amorosa. “Ele disse: ‘eu bebi tia porque eu briguei com a minha namorada’”, contou a conselheira tutelar Daniela Fernandes.
Um menino de apenas onze anos foi flagrado com bebida alcoólica dentro de um colégio da Vila Maria Dilce, em Goiânia, na tarde da última quinta-feira (11). De acordo com o Conselho Tutelar, o menino justificou a ação dizendo que sofreu uma desilusão amorosa. “Ele disse: ‘eu bebi tia porque eu briguei com a minha namorada’”, contou a conselheira tutelar Daniela Fernandes.
A
bebida estava dentro de um recipiente que se parecia com uma garrafa de
suco. O garoto mora no Setor Brisas da Mata, que é longe do colégio, e
pega dois ônibus todos os dias para ir estudar. Ele contou ao Conselho
que começou a beber no caminho, em um terminal de ônibus.
As
duas garrafas com bebida alcoólica que sobraram foram divididas com
outros quatro colegas de sala. A mãe de uma criança que não estava
envolvida no caso foi quem percebeu o hálito dos meninos e avisou a
direção, que chamou o Conselho.
As
crianças estão bem e os pais foram avisados. A diretora da escola disse
que não pode dar entrevista, mas contou à equipe da TV Anhanguera que o
menino foi advertido. Ele contou que pegou as bebidas na distribuidora
do pai. os jovens vão receber acompanhamento psicológico.
Consequências
Um adulto que bebe passa por duas fases bem distintas. Primeiro, a agitação e a euforia. Depois, a diminuição de todas as respostas. Os reflexos ficam mais lentos. Em uma criança esses efeitos acontecem bem mais rápido. O dano pode ser irreparável. Doses que são suportadas por adultos podem levar uma criança à morte.
Um adulto que bebe passa por duas fases bem distintas. Primeiro, a agitação e a euforia. Depois, a diminuição de todas as respostas. Os reflexos ficam mais lentos. Em uma criança esses efeitos acontecem bem mais rápido. O dano pode ser irreparável. Doses que são suportadas por adultos podem levar uma criança à morte.
“Os níveis de álcool capazes de provocar danos ao sistema
nervoso de uma criança são menores que no adulto. O álcool em excesso
pode levar ao coma, à depressão respiratória, seguida do óbito. A chance
dela ser um adulto dependente do álcool é muito maior, quanto mais cedo
inicia o uso do álcool nessa faixa etária”, explica o pediatra Luiz
Fernando Amorim Boaventura.
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