domingo, 27 de janeiro de 2013

Cinco suspeitos fazem nove pessoas reféns e roubam shopping em Olinda Segundo PM, eles renderam segurança e trancaram reféns em restaurante. Homens arrombaram lojas e caixas de banco e lotérica.



Assaltantes roubaram shopping na manhã deste domingo (Foto: Marjones Pinheiro/TV Globo)Assaltantes roubaram shopping na manhã deste domingo
(Foto: Marjones Pinheiro/TV Globo)
Na manhã deste domingo (27), por volta das 8h, cinco homens renderam o segurança de um centro comercial na Avenida Getúlio Vargas, no Bairro Novo, Olinda, fizeram pessoas reféns, arrombaram caixas de banco e lotérica e levaram dinheiro e pertences das vítimas.

De acordo com a Polícia Militar, os suspeitos renderam o segurança do shopping, entraram com armas dentro de uma bolsa e distribuíram entre eles no interior do estabelecimento. A PM informou que um deles ficou nos fundos do shopping, se passando por flanelinha para observar o movimento, enquanto os outros roubavam as lojas.
Caixa eletrônico foi arrombado com maçarico (Foto: Marjones Pinheiro/TV Globo)Caixa eletrônico foi arrombado com maçarico (Foto: Marjones Pinheiro/TV Globo)
Os homens arrombaram três lojas, usaram maçarico para abrir um caixa eletrônico e um pé de cabra para arrombar um caixa de uma lotérica. Eles ainda fizeram nove pessoas que estavam dentro do shopping reféns, e as deixaram trancadas durante três horas dentro de um restaurante. Segundo a PM, os suspeitos tiraram as baterias de celulares dos reféns para que eles não conseguissem se comunicar. Quando foram embora, os assaltantes deixaram a ordem que os reféns poderiam sair do restaurante em 15 minutos. “Eles não foram violentos em momento algum, estavam muito tranquilos e pareciam ser muito profissionais”, contou um dos reféns que não quis ser identificado.
Suspeitos usaram pé de cabra arrombar lotérica (Foto: Marjones Pinheiro/TV Globo)Suspeitos usaram pé de cabra arrombar lotérica
(Foto: Marjones Pinheiro/TV Globo)
De acordo com a polícia, na fuga, eles levaram dinheiro dos caixas, produtos das lojas e as baterias dos celulares e um carro de um dos reféns. “A orientação dada a gerente do shopping foi de registrar ocorrência na delegacia com imagens do circuito interno, já que eles não usaram máscaras nem capuz”, disse o soldado do 1º Batalhão da Polícia Militar Pedro Ribeiro.

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